1ª Promotoria do Meio Ambiente realiza reunião sobre a falésia do Cabo Branco

Barreira

 

A 1ª Promotoria do Meio Ambiente de João Pessoa realizou, na manhã desta quarta-feira (22), uma reunião com a Secretaria de Planejamento da Prefeitura de João Pessoa (Seplan-JP) e com a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) para mediar a questão da revitalização da falésia do Cabo Branco.

Participaram o promotor de Justiça José Farias, a secretária de Planejamento, Daniella Bandeira, e o superintendente da Sudema, João Vicente.

Depois das discussões, chegou-se ao consenso de que serão realizadas reuniões periódicas com a participação de técnicas da 1ª Promotoria do Meio Ambiente, da Seplan-JP e da Sudema para a condução das medidas administrativas necessárias ao licenciamento das atividades de contenção da falésia do Cabo Branco.

Também ficou decidido que serão iniciados imediatamente os estudos ambientais para licenciamento para licenciamento da intervenção no continente, incluindo a drenagem do Altiplano Cabo Branco e com a revitalização do Rio Cabelo e a recomposição da cobertura vegetal da falésia. Outro consenso da reunião é que será expedido termo de referência para a contratação de estudo de impacto ambiental para intervenção nas praias de Cabo Branco e Seixas.

Também ficou acordado que será estabelecida comunicação com a Universidade Federal da Paraíba, através do Laboratório de Estudos Ambientais, do Programa de Regional de Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema) e da Comissão de Gestão Ambiental, para elaboração de projeto de pesquisa e extensão que contemple tecnologias de contenção de impactos do mar sobre a barreira, mitigando os impactos da intervenção humana sobre a fauna e flora marinhas.

 

Projeto da UFPB

 

Em reunião realizada na terça-feira (21), a Comissão de Gestão Ambiental da UFPB, foi discutido o desenvolvimento de um projeto interdisciplinar para propor soluções para a falésia do Cabo Branco. Uma das tecnologias a ser implementada pelo projeto é a colocação de monoblocos de contenção “sandsavers”. Entre as vantagens desse tipo de tecnologia, de acordo com professores da UFPB, é o fato de o monobloco ser feito de polietileno, a mobilidade dele com a possibilidade de retirar ou modificar sua alocação, já que não há intervenção definitiva se comparado com os gabiões.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA do  MINISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA

 

Foto: Messina Palmeira

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *